Cria um vídeo usando essa história (RAÍZES DO ESQUECIMENTO
No coração esquecido do Recife, existe uma vila onde o tempo parou. A maré sobe. As raízes se movem. E o que foi enterrado… começa a despertar.
Lívia, uma jovem pesquisadora, chega a essa vila com sua equipe para investigar uma série de desaparecimentos misteriosos em meio ao manguezal. A vila está praticamente desabitada, engolida por mato, lama e um silêncio desconfortável. Eles montam acampamento perto da margem da maré. Tudo parece deserto… mas algo observa.
Logo nos primeiros dias, Lívia encontra um peixe deformado com um olho humano. Ela tenta racionalizar, mas algo em seu instinto a alerta. Camila, a historiadora da equipe, descobre um antigo diário em uma capela abandonada. As páginas falam de uma entidade chamada Iaraçu, uma mulher ligada às raízes e às marés, que protegia a vila com sacrifícios humanos. Um sussurro ecoa da floresta: “Ela voltará quando a maré chamar…”
Na primeira noite, Camila sonha com uma mulher sendo puxada para o fundo da lama por raízes vivas. Ao acordar, percebe que a mulher em seu sonho tinha os olhos de Lívia. Perturbada, ela começa a suspeitar que Lívia tem alguma ligação com a entidade descrita no diário.
Enquanto isso, Jonas, o cético da equipe, começa a agir de forma estranha. Ele desenha símbolos com o próprio sangue e murmura frases em uma língua morta. Em uma crise violenta, ele tenta atacar Lívia gritando:
“Você é a oferenda! Você É Iaraçu!”
Rafael, o técnico em vídeo, revisa imagens gravadas com drones e nota figuras caminhando entre os mangues… mas ninguém da equipe esteve lá. Ele também ouve sons estranhos nas gravações: batimentos, como um coração enterrado sob a terra.
Lívia começa a ter visões de vidas passadas. Ela vê-se vestida com roupas antigas, deitada sobre raízes pulsantes, rodeada por um culto. Ela era adorada… temida… sacrificada. Ela não era uma vítima. Ela era a guardiã. A própria Iaraçu, presa por séculos sob o mangue.
A maré sobe violentamente. Árvores sangram. Raízes se movem como serpentes. Jonas é engolido pela lama enquanto tenta fugir, puxado por braços esqueléticos de antigos moradores.
Camila e Rafael tentam escapar, mas Lívia não os segue. Seus olhos agora estão completamente brancos.
“Eu nunca fui enviada para investigar… Eu fui chamada de volta.”
Lívia caminha para o centro do mangue. O chão se abre, revelando uma imensa estrutura de ossos e raízes entrelaçadas. O tempo se distorce. O céu escurece. A vila inteira começa a afundar.
No fim, tudo é consumido pela maré.
Um mês depois, pescadores encontram um celular preso entre raízes. No vídeo, vê-se Lívia olhando diretamente para a câmera, imóvel, envolta em raízes. Seus lábios se movem, mas o áudio falha. No final do clipe, um sussurro é ouvido, abafado:
“Se você ouviu isso… já é tarde.”)
RAÍZES DO ESQUECIMENTO: Uma Adaptação Visual
CENA 1
Um drone sobrevoa uma área densa de manguezal. Em meio ao verde escuro e aos canais sinuosos, revela-se uma pequena vila, quase escondida pela vegetação. Casas com telhados desabados e paredes cobertas por cipós mal se distinguem na paisagem. A atmosfera é de abandono e mistério.

CENA 2
Lívia, uma jovem de olhar determinado, desembarca de um pequeno barco na margem lamacenta da vila. Ela está acompanhada por Camila, uma mulher de ar intelectual com óculos e um caderno na mão; Jonas, um homem de feições fechadas e céticas; e Rafael, carregando equipamentos de vídeo. Eles observam as ruínas da vila, o silêncio pesado pairando no ar.

CENA 3
Em um close-up, Lívia examina um peixe grotesco encontrado na beira do rio. O peixe possui deformações e, incrustado em sua carne, um olho humano fixo em um olhar vazio. O rosto de Lívia reflete uma mistura de repulsa e estranha familiaridade.

CENA 4
Camila está dentro de uma capela em ruínas, a luz fraca entrando pelas frestas nas paredes. Ela cuidadosamente folheia as páginas amareladas de um antigo diário. As palavras descrevem rituais macabros e a lenda de Iaraçu, a guardiã do mangue que exigia sacrifícios.

CENA 5
Um pesadelo de Camila: raízes retorcidas emergem da lama escura, agarrando os tornozelos de uma mulher. A mulher luta, mas é inexoravelmente puxada para baixo. No momento final antes de ser engolida, seus olhos se fixam na câmera… são os olhos de Lívia.

CENA 6
Jonas está isolado, seu comportamento se tornando cada vez mais errático. Vemos close-ups de suas mãos trêmulas enquanto ele desenha símbolos arcanos na terra com um galho sujo de lama avermelhada, que se assemelha a sangue. Ele murmura palavras ininteligíveis em um transe febril.

CENA 7
Em uma sequência tensa, Jonas avança sobre Lívia com fúria nos olhos. Sua expressão é de puro terror e possessão. Ele grita, com a voz rouca e distorcida: “Você é a oferenda! Você É Iaraçu!”

CENA 8
Rafael revisa as imagens capturadas pelo drone em seu laptop. Em meio à folhagem densa, sombras indistintas se movem entre as árvores retorcidas. Ao aumentar o zoom, figuras humanoides, pálidas e esqueléticas, tornam-se vagamente visíveis, deslizando silenciosamente pelo mangue.

CENA 9
A tela do laptop exibe a trilha de áudio das gravações do drone. Ondas sonoras anormais pulsam, e Rafael isola um som rítmico e abafado: batimentos cardíacos lentos e profundos, como se viessem da própria terra.

CENA 10
Lívia tem visões fragmentadas e intensas. Ela se vê em meio a um ritual antigo, vestida com trajes rústicos, deitada sobre um emaranhado de raízes que pulsam com uma luz própria. Figuras sombrias a cercam, em adoração e temor. Ela não é uma vítima indefesa, mas sim uma figura central de poder.

CENA 11
A maré sobe com uma fúria incomum, invadindo a vila com violência. As árvores parecem se contorcer de dor, e uma seiva escura e densa escorre de seus troncos como sangue. As raízes se agitam sob a água turva, ganhando vida própria.

CENA 12
Jonas tenta desesperadamente correr pela lama, mas braços esqueléticos emergem da terra e da água, agarrando-o e puxando-o para baixo. Seu rosto se contorce em um grito mudo enquanto é engolido pela escuridão viscosa.

CENA 13
Camila e Rafael correm pela mata alagada, tentando escapar do terror crescente. Olham para trás, esperando ver Lívia, mas ela permanece imóvel, observando o mangue com uma expressão distante. Seus olhos agora brilham com uma luz fria e intensa, completamente brancos.

CENA 14
Lívia caminha lentamente em direção ao coração do mangue. O chão ao seu redor começa a rachar e se abrir, revelando uma estrutura colossal feita de ossos entrelaçados por raízes grossas e pulsantes. O tempo parece se distorcer, o céu escurecendo como se uma tempestade apocalíptica se aproximasse. A vila inteira começa a afundar na lama.

CENA 15
Uma visão aérea mostra a área do mangue. Não há mais vestígios da vila. Apenas a vasta extensão verde escura e os canais de água lamacenta permanecem.

CENA 16
Um mês depois. Pescadores em um pequeno barco encontram um celular preso em um emaranhado de raízes na margem do mangue. A tela do celular está trincada, mas ainda funcional.

CENA 17
A tela do celular exibe um vídeo. Lívia olha diretamente para a câmera, seu rosto pálido e inexpressivo. Raízes finas a envolvem como veias. Seus lábios se movem lentamente, mas o áudio está falhando, produzindo apenas ruídos estáticos.

CENA 18
O vídeo continua a rodar, estático na imagem de Lívia. No final do clipe, um sussurro abafado e gutural pode ser ouvido por um breve instante, antes de o vídeo terminar abruptamente: “…Se você ouviu isso… já é tarde.”

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